PALAVRAS SOBREVIVENTES
corner



HOME

ARCHIVES


José,zé, Antonio, Zé. Talvez o sentir seja o umbigo aconchegante de todo o plasma sufocante deste mar de acasos. A necessidade se solve com a sutileza do perigo aconchegante. Sigilo se faz por si neste sobreviver de suspiro de movimento, de carinho e de sensação. Representado pela palavra. A palavra sobrevivente... Icq:153127397 zeabrcast@yahoo.com.br

John Melvin Bibi Madjer Déa Pérola Cold Poetry Fribi Fernanda Silly Rabbit Paulinha Julie Luna Vander Bela Em Manutenção Lamparinas Apagadas
Comments:

Quinta-feira, Agosto 30, 2007


morte ao partido leninista, a organização especifica anarquista e a todos os liberais! Que os pequeno burgueses intelectuais queimem no inferno... pois o inferno é aqui...
que os organismo de massas governem com punho de ferro e soberania contra essa burguesia e essa patria, esse Estado que não nos contempla!
pela liberdade sem limites
pela poesia incontrolável
pelo amor e ao ódio que não cessam de existir!


Utilizar dentro dos “direitos humanos” e “direitos constitucionais”o ideal democrático e levar até a ultima conseqüência as conquistas da desobediência civil e as formas como a sociedade burguesa destroi os direitos mais legítimos da humanidade. Graças ao direito de resistência e sua utilização da desobediência civil que as coisas avançaram na sociedade. Todavia a modernidade, a republica e a civilização global mostram uma outra fase de violação de direitos humanos, apontando a uma crise sem precedentes à vida humana. Cabe a organização revolucionária levar essa crise à tona convocando a humanidade a tomar parte de suas vidas essa luta. Tendo a plena consciência da necessidade de superação dessa ordem social e civil. As lutas contra o mal estar devem tomar o plano terrestre.
Que as lutas das mulheres, dos jovens, dos negros, indígenas, homossexuais, loucos e ecologistas tomem proporções gigantescas para que a contestação seja geral. Nenhuma opressão esta isolada, nenhuma é unilateral. A questão do racismo não maior que outra, que não é maior que a homofobia, que não é maior que o machismo, que não é maior do que apocalipse ambiental e que não é maior do que a padronização consumista. As mulheres devem lutar pela sua emancipação perante ao mundo machista estando lado a lado com a luta contra racismo que massacra jovens negros e pobres. A luta pela libertação animal deve estar unida à questão camponesa, à luta contra o massacre ambiental que sofre todas as espécies vivas do mundo perante ao capitalismo. A luta ambiental deve compreender seu caráter anti-capitalista, As pessoas devem compreender que o responsável pela degradação ambiental é o capitalismo com seu Estado, suas empresas e sua ordem econômica. As pessoas não devem ficar refém das acusações que as empresas e a mídia fazem de que a preservação ambiental depende da vontade individual das pessoas, fazendo se submeter a controles de reciclagem, racionamento de água e produtos, dizendo que a culpa é do “povo que é burro”. Tirando a culpa principal que é das empresas e da ordem econômica e social capitalista. A luta homossexual não deve se separar das lutas sociais, ficando refém do consumismo e do oportunismo de ongs e empresas que exploram e promovem homossexuais de classe alta, marginalizando a opressão maior que sofrem os homossexuais pobres e trabalhadores. Vivemos num Estado atrasado, Clerical e machista, que criminaliza o aborto, considera o sexo anal como doença e ainda coloca Religião nas escolas publicas como matéria obrigatória, marginalizando mais ainda os estudantes homossexuais, em vez de dar o devido poder e respeito que devem ter os homossexuais e mulheres de amar e viver em seu corpo como quiserem.
O povo proletário tomar o poder não significa uma massa unânime pedindo em coro único a Revolução. Significa uma explosão caótica de inúmeros levantes plurais e apocalípticos. Negar isso é sonhar com uma falácia ou ser cínico a ponto de empurrar goela abaixo um projeto de sociedade. Rechaçar qualquer projeto de revolução onde o individuo é engolido pelo coletivo. Não mais multidões, massas amorfas, mas sim populações ativas e coletivos enfurecidos. Jamais pedir um comando geral cristalizado e burocrático. As massas devem estar apaixonadas, os indivíduos devem estar em ressonância.
Pela união da micro-física do Poder com o Materialismo Dialético, pelo misticismo popular.
Pela ação total das milícias populares. A burocratização nega o poder popular. Deve-se combater a brutalidade e toda a forma de micro-facismo. Deve-se atingir os corações humanos. O desejo e o ódio teleguiado devem tomar as praças de guerra com as barricadas festivas. A organização revolucionária deve empurrar a total inversão de valores. Que jovens com nariz de palhaço e vestidos de saia executem os delegados de polícia. “Existe algo de podre no Reino da Dinamarca”, isso a organização deve levar profundamente a serio. O mercado de anti-depressivos cresce rapidamente, o suicídio também, a resposta contra isso não esta somente na tomada de produção. O povo deve tomar o poder e para isso deve destruir a estrutura de poderes que guiam as reproduções dos valores autoritários e capitalistas. A razão científica não é legítima, pois o desejo e a prática devem guiar a ação revolucionária. O movimento e a organização devem driblar a sociedade e combatê-la como um formigueiro mata um rinoceronte.
Que a movimentação subterrânea tome de assalto os poderes, que hordas de bandos organizados ataquem sem esperar explicação, sem medo dos excessos. Que os loucos dos manicômios, as religiões pagãs, as malabaristas, os feiticeiros, as espiritualistas, os comediantes do sinal, os malandros e os sem razão de existir superem a culpa cristã, o cientificismo ateu, a estatística e os códigos de barra. Que pais de santo e ciganos amaldiçoem burgueses e opressores com pragas. Que venha o novo apocalipse. Pela ressurreição de Antonio Conselheiro e São Sebastião. Que Jesus vingue sua morte com a decapitação de Bispos e Papas, que ele queime as Igrejas que massacram o povo. Que o punk rock, o baile Funk, o rap e rodas de capoeira tomem as universidades e escolas. Que a educação integral fortaleça a luta pelos espaços públicos. Pela educação do povo para o povo.
Pela Revolução. Que jamais haja crianças chorando em silêncio nos cantos. Que nenhum homossexual se cale por não poder amar em paz. O processo revolucionário deve garantir o espaço público e livre, extinguido pelo avanço da globalização capitalista. Não queremos mais “shoppings centers” como espaço de confraternização. Queremos crianças no poder, a imaginação deve guiar nossos corações e nossa política. Não mais um mundo de mentiras, pelo espaço publico e livre de acordos institucionais e financeiros.
Por mundo onde a morte não existirá mais, ela será algo normal, cotidiano e digno, pois é pelo aprendizado das formas de matar que o proletariado e o oprimido se libertam. Crianças não temerão mais a morte, pois elas não a enxergam. Elas jogarão futebol com os crânios do secretário de segurança pública, do Ministro do Trabalho e do dono de ações da Nike.
Que nomes como Nechaev, Ravachol e Emile Henry sejam lembrados. Esses dignos anarco-terroristas que executavam empresários, bispos e políticos devem ser um exemplo melhor e mais exaltado do que as atuais aberrações anti-semitas e fundamentalistas. Pois a paz no oriente médio só virá com a paz entre judeus e árabes e com a abolição de todos os Estados.
Ao mesmo tempo a violência será lamentada e nunca exaltada. A violência é sempre algo terrível e um mal a ser destruído. Todavia, ela se perpetua ainda mais exatamente pela passividade do povo, pela violência psicológica, pela depressão e pelo vazio existencial. O amor, o desejo e a solidariedade devem guiar a existência humana, libertados pela violência da resistência e pela ofensiva popular. A subjetividade não deve ser destruída pela violência da revolução. A violência revolucionária deve ser o único comprimido que a humanidade irá tomar. “A guerra popular revolucionária deve ser a guerra para acabar todas as guerras”. Não mais a idéia de um Estado Revolucionário, um estado latente de violência monopolizado por uma Camarilla, uma Máfia militar. Essa violência deve ser decidida pelo objetivo poder popular e pela vontade subjetiva de acordo com os conselhos populares. Organizados em milícias e exércitos populares de forma não hierárquica.
A subjetividade e o desejo devem guiar o processo revolucionário, garantidos pela disciplina forte e organizativa. Não será uma disciplina feita de cima pra baixo, por um partido, mas feita de acordo com as moléculas revolucionárias em luta. Nisso a organização revolucionária deve ser aprimorar, incitando uma série de explosões pelo mundo. Que o tão famigerado “esquerdismo” seja lembrado pela extrema vontade popular. Guiados e organizados estrategicamente com as alianças entre os setores em luta: indígenas, favelados, operários, presidiários, sem-tetos, camponeses sem-terra, trabalhadores rurais, jovens, artistas, camelôs, etc. Essas alianças devem garantir os processos em luta, sendo horizontais e livres de acordos e traições de setores burocráticos, institucionais e burgueses. Sendo assim, a vontade e a necessidade popular irão guiar as rebeliões pelo mundo.





This page is powered by Blogger.